Tradicionalmente, o mercado de varejo possuía dois mundos muitos bem delimitados: loja offline e loja online. Ou seja, havia a loja física que tinha um perfil de cliente mais clássico, que não dispensava a experiência da venda ao vivo, da necessidade de conversar com o vendedor e da segurança de levar imediatamente o que comprou. Mas com a chegada da internet comercial no Brasil, em 1994, surgiu a oportunidade de lojas e transações comerciais realizadas pela rede. Mas hoje existe o omnichannel!

O perfil do cliente da internet era muito bem delimitado, composto por jovens e com produtos de baixo valor e pequeno tamanho físico. Nasce daí a divisão dos mundos do consumo: o offline e o online.
Por duas décadas foi assim. Mas hoje existe uma ligação entre esses mundos no aspecto estrutural de transações de vendas e serviços. Esse fenômeno se deve ao fato de celulares com acesso a internet estarem muito mais difundidos e baratos.

Omnichannel = offline + online

Quando o consumidor vai ao shopping, e entra em uma determinada loja da linha branca (geladeiras, fogões, entre outros), confere o preço e interage com o vendedor. Mas, imediatamente realiza buscas online dos preços do produto que tem pretensão de adquirir usando a internet pelo celular. Depois de algumas pesquisas, esse mesmo consumidor compra o artigo que desejava na mesma rede da loja física onde fez a procura inicial, mas não na loja física e sim na virtual. Ou seja, o cliente pesquisa sobre uma geladeira da marca “X” no supermercado Extra, mas realiza a compra na loja virtual do Extra.

Como já dito, esse fenômeno se deve ao mundo super conectado onde está o cliente. Não dá mais para dizer quem compra o que e onde. A nova formatação de comercio ainda é pouco conhecida no Brasil, e os varejistas ainda estão se remodelando. Mas existem distorções ainda sem resolução. Por exemplo, quem realiza a experiência física de venda é o funcionário físico da loja, mas quem vendeu de fato o produto foi a loja virtual. Como será a comissão do referido funcionário? Como fica essa relação? Porque vejam quantos conflitos isso pode acarretar se não houver uma mediação.

Fato: omnichannel é uma novidade que veio para ficar. Essa nova metodologia de compra e interação do consumidor com os mundos online e offline está se consolidando cada vez mais. O varejista precisa acompanhar para remodelar a postura de venda que realizou por anos e até aqui tem dado resultado positivo.

Adaptação de mercado

É preciso analisar cada segmento para saber qual é a melhor forma de acompanhar o ritmo do mercado. E pra te ajudar com toda essa adaptação temos uma dica:
A Associação Brasileira de Distribuidores de Vendas Diretas (ABRADVD) fornece serviços para essa readaptação de mercado. Esses serviços são especializados em consultoria como: indicadores de mercado, pesquisa de mercado, teste de produtos no sistema de venda direta.

POSTS RELACIONADOS:

Venda porta a porta cresce muito no Brasil
Como vender por catálogos
Como ser revendedora Avon
Venda direta aproxima o consumidor

Share This