Midia

Veja onde O Rei dos Catalogos saiu Mídia Brasileira e Internacional

O Wall Street Journal: Um Exército de subemprego vai de porta-a-porta no Brasil

O REI DOS CATALOGOS NA MIDIA

Jornal de Wall Street

OSASCO , anos atrás BrazilFive, em meio a uma das muitas crises econômicas do Brasil, Márcia Carvalheiras viu seu mundo desmoronar. Seu empregador, um distribuidor de aparelho, dobrado. Negócio de encadernação de seu marido estava morrendo. Desempregados e desesperados, a Sra. Carvalheiras vendeu seu carro e deu-se seguro de sua família saúde. Para alimentar sua família de quatro, ela coletou distribuição de alimentos a partir de um church.p local.Então ela tem um panfleto no correio de uma empresa de vendas diretas do Brasil. Dentro de dois anos, ela havia retomado seu estilo de vida de classe média. Hoje, ela é praticamente rico.

Revista Exame

Revista Exame   Uma outra forma de vender  O Rei dos Catálogos descobriu um jeito de crescer no varejo popular porta a porta — usando apenas mulheres também de baixa renda  

Por Ana Flávia.. 

A NECESSIDADE É A MÃE DE TODAS AS INVENÇÕES? PODE SER. E TAMBÉM DE VÁRIOS NEGÓCIOS

É difícil acreditar que ainda há sociedades que enxergam o empreendedorismo como um caminho alternativo, não muito nobre, ou a explicação final sobre a capacidade de uma pessoa: se está empreendendo é porque não foi capaz de se posicionar no “mundo real”. Por mais absurdas que sejam essas supostas explicações, quando a gente fala de empreendedorismo parece haver ainda uma boa dose de preconceito, um olhar mais desconfiado sobre os que começaram por necessidade em relação aos outros, aqueles que identificaram uma oportunidade.

 

A virada depois de perder o emprego

Em 1997, o Brasil vivia um momento de crise econômica. Naquele ano, 9,5% dos trabalhadores brasileiros estavam sem emprego. Entre os desempregados, estava Márcia Carvalheira, na época com pouco mais de 30 anos. “Tentei me recolocar, mas não conseguia nem propostas para ganhar um quarto do meu salário”, afirma. “Foi minha sorte”. Em busca de uma solução, Márcia viu nas vendas diretas uma saída. “Me falaram que se eu trabalhasse em casa e vendesse só para meus parentes já seria uma boa ajuda, mas achei pouco. Não queria uma renda extra, mas uma renda”, conta.

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