Primeiramente é preciso ter muita persistência e força de vontade se você tem vontade de abrir uma distribuidora; Independentemente se for uma distribuidora de catálogos ou em qualquer outro ramo.

Ser um microempresário não é mamão com açúcar. É preciso ter um planejamento e sem sombra de dúvidas muita paciência, pois qualquer empreendimento não se torna um grande negócio de uma hora para outra, leva tempo.

O primeiro passo é encontrar uma possibilidade de negócio. Partindo desse princípio, muitas revendedoras de catálogos arriscam abrir sua própria distribuidora de catálogos. Isso para conseguir aumentar sua renda e ter mais estabilidade.

Agora falando da parte burocrática, é necessário ter  mais de 18 anos e analisar atentamente se o projeto é interessante para investir. Analisar se tem receita para manter a empresa até que ela comece a se sustentar sozinha.

Outro ponto muito importante é fazer um Plano de Negócios, que nada mais é que planejar e colocar em ordem as suas ideias. Isso para que as ideias tenham a possibilidade de vir a ser uma realidade rentável. Isso deve ser feito com muita atenção aos detalhes. Isso porque é com esse plano que você vai conseguir ver os riscos que está correndo. Ver perfil dos concorrentes, tendência de mercado e até vai te auxiliar a analisar quanto deve investir e como deve ser a estrutura da empresa.

Legalizar a empresa é super essencial. E como já é de se esperar você vai precisar de auxilio jurídico e contábil, também vai ter que fazer coisas necessárias, como por exemplo, descrever o setor da sua empresa – se for uma distribuidora de catálogos, entra no ramo de serviços.

Algumas consultas precisam ser feitas: consulta comercial junto à prefeitura de sua cidade para descobrir se o local que escolheu está disponível; à secretaria de meio ambiente; à vigilância sanitária; ao corpo de bombeiros; aos conselhos de classes regionais sobre registro. Também é extremamente importante consultar CPF dos sócios, o certificado de contador no Conselho Regional de Contabilidade e o nome da empresa na Junta Comercial.

Depois disso tudo feito é hora de criar um contrato social, registrar esse contrato na Junta Comercial e obter o NIRE (Número de Identificação do Registro da Empresa).
O CNAE (código fiscal) deve ser definido, o CNPJ precisa ser registrado e o alvará, solicitado. E para isso, você vai precisar do formulário próprio da prefeitura, a consulta prévia aprovada do endereço, a cópia do CNPJ, cópia do contrato social e o laudo dos órgãos de vistoria. A inscrição estadual deve ser solicitada junto à Secretaria Estadual da Fazenda do seu estado, e ela é necessária para a inscrição do ICMS e para emissão de notas fiscais. A autenticação dos livros fiscais deve ser feita na prefeitura de cada cidade. Outros itens para analisar: capital de giro, faturamento, custos variáveis, investimentos fixos, custos fixos, preço de venda, lucro operacional e demonstrativo de resultados.

A parte burocrática é quase igual em todos os estados. Se você consultar oSEBRAE da sua cidade, vai conseguir informações mais aprofundadas do assunto, e também uma ajuda profissional.

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